Experiência bem diferente. Como desde a última viagem (Grã-Bretanha, que ainda não postei aqui), sou o mais novo adepto ao Couchsurfing, estou utilizando desse subterfúgio na BIG TRIP, a fim de economizar dinheiro. Para quem não sabe, funciona da seguinte maneira. Fazemos o cadastro em um site, em que disponibilizamos nosso sofá, se assim o desejarmos, ou só nos oferecemos para um café. Dessa forma, tem milhões de pessoas pelo mundo oferecendo o sofá, cama ou mesmo chão, para um desconhecido. Num estilo mais paz e amor, sem pedir nada em troca. Meu piso, por exemplo, está aberto, mas ninguém nunca pediu para mim. Ok. Mas não é por isso que eu não vou pedir por aí, né?
E assim se vai conhecendo pessoas novas pelo mundo, e se vai dormindo em lugares diferentes a cada cidade. Enfim, agora que expliquei o esquema, preciso falar sobre o belga que me hospedou. Totalmente louco. Falava muito e rápido. Ele alegou que é porque estava dormindo pouco, devido aos estudos para a prova final. Mas não reclamo não. Assim, treinei meu ouvido para o inglês, além de conhecer alguns detalhes sobre a cidade.
Como várias outras capitais européias, ela representa bem a mistura entre o velho e o novo. No centrão, ruas estreitas de pedra, com calçadas pequenas, e uma arquitetura toda particular. Na parte nova, prédios imensos, modernos, sede dos diversos Parlamentos da cidade. É que a cidade é a capital da União Européia, o que a deixa muito cosmopolita.
Quis ir aos museus, mas quando dei por mim, já havia passado do horário de funcionamento. Aproveitei então pra ver o jogo contra a Coréia do Norte. Para a minha grande sorte, a brasileirada se reuniu na esquina da casa onde eu estava hospedado! Assim, não tive grandes problemas para me localizar e ver o jogo com algumas lembranças de como seria em terras tupiniquins!

Amsterdam
A cidade é uma gracinha, com seus muitos canais, cruzando várias e várias ruas. É como se fossem várias ilhas. O trânsito de bicicletas é algo incrível. Tem que se ter mais atenção com elas do que com os próprios carros. É tão comum esse meio de transporte que até eu aluguei uma pra passear pela cidade. Bom que matei saudades de andar de bike e ainda conheci várias ruelas de lá.
Era muito frequente lojas de lembranças, algo que senti falta em Bruxelas. E eles trabalham ferozmente em cima da imagem de cidade onde maconha é legalizada. Todas as lojas tinham camisetas da seleção ao lado de sedas e isqueiros. Isso sem falar do odor típico da cidade.
Lá conheci um casal brasileiro, em que ela faz faculdade na Austrália e está passando férias na Europa e ele largou o serviço público no Brasil para fazer uma surpresa pra ela. Cada um é cada um, né?
Minha visita por Amsterdam foi a mais rápida até agora, já que cheguei pela manhã de Bruxelas e no fim da tarde fui pra Colônia, na Alemanha. No fim do dia, imaginem meu cansaço! Pelo menos consegui ir à exposição do Worls Press Photo 2010 (prêmio das melhores fotos publicadas no ano passado). Imaginei alguns colegas da UFSC naquele lugar.
Continua...
Ixii, nem deu pra ir no museu do Van Gogh então xP. Mas andar de bike por lá nesse tempinho bom deve ser uma delícia!! =D
ResponderExcluirEi! Vi essa exposição no Caixa Cultural aqui no centro do Rio! Você chorou?
ResponderExcluirAmsterdam eh tão linda que dá vontade de comer :)
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